segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Todo mundo quer amor - Lu Horta
Esta é uma versão eletroacústica de 'Todo mundo quer amor", que a Lu Horta Gravou lindamente. Além da Lu, as participações de Marcelo Effori na percussão e Du Moreira no baixo e teclado.
Nem mesmo eu 2
Este video foi gravado no Auditório do SESC Pinheiros, São Paulo, em junho de 2010. Super bem filmado e com as participações de José Nigro no baixo, Marcelo Effori na percussão e Daniel Oliva na guitarra.
Radio Cultura
Como parte da divulgação do novo CD, entrevista na Radio Cultura, São Paulo. Junho de 2010. Para ouvir, é só clicar no link abaixo.
http://www.culturabrasil.com.br/programas/galeria/lancamentos/leandro-bomfim-volta-a-gravar-depois-de-dez-anos-3
http://www.culturabrasil.com.br/programas/galeria/lancamentos/leandro-bomfim-volta-a-gravar-depois-de-dez-anos-3
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Entrevistas
Projeto Estúdio Muda
Esses quatro videos aí em baixo, já em trio e bem mais profissas, foram gravados num lugar super bacana. No estúdio do Centro Cultural Rio Verde. Dentro do projeto "Estúdio Muda". Novembro de 2009.Na percussão o Emílio Martins e no baixo o Fernando Barros.
Além do show e do video, esse show teve uma coisa bacana, que foi o fato de que o jornalista Gilberto Dimenstein estava presente e gostou muito do show. Então no dia seguinte pôs o CD pra tocar no seu programa na Radio CBN, saudando um um "novo grande talento da MPB".
Além do show e do video, esse show teve uma coisa bacana, que foi o fato de que o jornalista Gilberto Dimenstein estava presente e gostou muito do show. Então no dia seguinte pôs o CD pra tocar no seu programa na Radio CBN, saudando um um "novo grande talento da MPB".
Meu destino
Na verdade corrijo aqui um erro que não foi detectado a tempo de ser corrigido. A canção se chama "Meu destino". "Me leva" é uma outra canção que faz parte desse mesmo CD.
A Malta
Esta é a primeira música do primeiro show do novo CD. Na verdade é a faixa título do primeiro CD. Bem no espírito "recomeço de caminhada".
Gravado no finado Villaggio Café, em julho de 2009.
Gravado no finado Villaggio Café, em julho de 2009.
Leandro Bomfim lança segundo CD
Compositor lança trabalho com participações de Marcos Suzano, André Abujamra, Arthur Maia e Barbatuques, simultaneamente, no Brasil e Espanha. Com nove faixas, todas autorais e inéditas, compositor inova nos arranjos, linguagem e conceito sonoro
O que é moderno? Nossa, taí uma pergunta que ninguém vai conseguir responder. Mas quando a gente fala de um som contemporâneo, autoral e inovador nas soluções rítmicas e poéticas, aí sim fica mais fácil de identificar o trabalho de Leandro Bomfim. Compositor, cantor, instrumentista e produtor, Leandro lança seu segundo CD, com nove faixas, todas de sua autoria. No trabalho, participações de André Abujamra, Marcos Suzano, Arthur Maia e Barbatuques, entre outros artistas. O lançamento acontecerá simultaneamente no Brasil e na Espanha, com distribuição da Tratore e Tangará, respectivamente, além da distribuição digital.
O CD é uma espécie de relato na primeira pessoa, como afirma o próprio autor. “Coloco ali várias experiências pessoais, um conjunto de imagens sonoras. Cada música tem uma paisagem diferente, como a viagem de um eterno caminhante”, completa Leandro. Isso mesmo, uma espécie de sinfonia pop, uma história que precede outra, mas que também pode ter vida independente.
A “caminhada” do CD começa com Maré, faixa que de certa forma apresenta o autor em letra e música. Em letra, porque Leandro mostra sua extraordinária articulação com as palavras e tiro certeiro nos refrões. Música, porque a faixa é um tremendo balanço, característica mais que marcante em todo o trabalho do compositor.
Lembrando que todas as composições são exclusivamente de Leandro, só os arranjos têm a participação de outros músicos, o CD segue com Lá no Mar, uma balada suingada com bastante tempero no arranjo. Além de compor e cantar, Leandro toca o violão e faz a programação de loops. A terceira faixa, Fogo na Mente, também um tremendo balanço, tem um refrão que gruda na cabeça, “fogo na mente / fogo na mente / viciado em arte e imaginação”.
A quarta faixa, Nem mesmo eu – meu forró não tem fronteira. E não tem mesmo. Uma super música com um repente na primeira parte, na voz de Marcelo Preto. A canção literalmente alça vôo. É um forró turbinado. Olha lá as participações, além de Marcelo Preto, com os Barbatuques, estão aí também André Abujamra, Marcos Suzano e José Nigro, músicos que aparecem em várias faixas e em outros trabalhos do autor.
Vento Leve, a quinta faixa, é um perfeito casamento de música, letra e arranjo. A sensação é de um caminhar lento e tranqüilo -- dá pra sentir um “vento leve” na cara. A solução lingüística é no mínimo elegante. O CD segue com Meu destino, numa ambientação sonora contemporânea e funcional. Logo entra a voz de Leandro, cheia de verdade e inspiração, transparente. Por todos os lados fica evidente a trajetória desse eterno caminhante. A letra é um convite pra que a gente nunca se acomode.
Me Leva, a sétima faixa, é um dos mais belos manifestos ecológicos dos últimos tempos. Uma espécie de mantra que enche a consciência de imagens cristalinas. Um happening. Depois o CD continua com Óculos, uma dessas canções de identidade e assimilação imediata. Forte candidata a sucesso instantâneo onde quer que caia, muito também, além da sempre excelente resolução rítmica, por conta da letra e refrão: “não quero ver mais nada / quero deixar meus óculos na tua casa”. Gênio. Para terminar, Leandro opta por uma solução crua, mas não menos musical. Entoa à capela a canção Seu Zezinho, como um verdadeiro contador de histórias que é. Uma ode à sabedoria e amizade.
Isso mesmo, um trabalho cheio de fraternidade, espontaneidade, luzes, imagens, sonoridade, ritmos, idéias. Um autor que produz, reinventa, embala sua própria obra. Faça você mesmo, construa seu próprio caminho. Você é o responsável, o caminhante de si mesmo. Esse pode ser o recado que fica. Mas não dá outra. Quanto mais se escuta o som do Leandro, mais descobertas vão aparecendo. É mágica!
Biografia
O paulistano Leandro Bomfim quase que nasceu com instrumentos musicais na mão. Começou a cantar antes de falar e no primeiro aniversário ganhou vários instrumentos. Aos 7 anos iniciou o aprendizado de violão com a mãe, enquanto escutava o pai entoar música sacra. A partir daí experimentou a bateria, o baixo e o piano, fez de aulas de violão e passou a compor. Terminando o 2º Grau, antes de prestar vestibular, foi direto estudar composição, violão clássico e prática de conjunto. Em seguida, formou-se numa das primeiras turmas de Música Popular da Unicamp, em Campinas (SP).
Desde 1986 Bomfim atua como professor de música, uma rica experiência que se desdobrou em novos rumos profissionais, incluindo o de direção musical, preparação vocal e orientação artística. Nasceram daí projetos como a direção do show de Mônica Salmaso (1994) e a organização de workshops, entre eles o de Luciana Souza.
Em 1990 montou sua primeira banda, chamada Bodaise. Entre os integrantes, estavam mais dois artistas que também possuem trabalho próprio, André Hosoi e Luiz Gayotto. Apresentaram-se em lugares como o bar Vou Vivendo, Teatro Hall, além do circuito universitário.
Em 1994, conheceu o percussionista Marcos Suzano. Além da amizade e admiração, trabalharam juntos em diversos projetos, como gravações e workshops, que culminaram com a participação do artista em faixas deste último CD. Nessa fase começava outra atividade que Bomfim se dedica até hoje, a de produtor musical. Ele produziu discos de novos talentos da cena independente, além de participar da produção de uma faixa do CD “Do Cóccix até o Pescoço”, de Elza Soares.
Depois da banda Bodaise, mais um momento importante -- fundou a Boi de Lata, de música brasileira para dançar. Foram sete anos agitando as noites da casa noturna Remelexo. A banda tornou-se referência num momento em que o forró explodia na cidade, embora também tocasse outros ritmos. Em sua formação, músicos como Fernando Barba (Barbatuques) e Ricardo Mosca (Pau Brasil). Muita coisa aconteceu. O Boi lançou o single “Chineses”, deu inúmeras canjas com o Karnak, do artista André Abujamra -- com quem Bomfim selou um produtivo relacionamento -- e se apresentou em casas como Blen Blen, Projeto Equilíbrio, Avenida Club, Piccolo Espaço e Carioca Club e no interior de São Paulo.
Ainda nos anos 90, Bomfim conheceu duas pessoas também importantes: o produtor Alê Siqueira e o músico José Nigro. Esses personagens foram fundamentais para que desenvolvesse seu primeiro projeto autoral, o CD e show “A Malta”, em 1999. O CD traz um conceito absolutamente próprio. Embora só tivessem utilizado voz, violão e baixo, o resultado inconfundível do disco deixa rastro por onde quer que passe. Impossível não colher um comentário elogioso de quem o escuta já na primeira audição. Foi assim com o baixista Arthur Maia, que então convidou Bomfim para comporem juntos, numa parceria que se mantém até hoje.
Com exceção de uma, todas as outras nove composições de “A Malta” são de Leandro Bomfim. A unidade sonora e a qualidade rítmica impressionam. Com esse trabalho, os músicos tocaram em lugares como o Sesc Vila Mariana e Consolação, projeto Prata da Casa, do Sesc Pompéia, além de abrirem shows dos Paralamas do Sucesso. E contaram com a participação da diva black Paula Lima.
O artista também desenvolveu projetos especiais, para empresas. O CD infantil "Melodias de Papel", com colaboração de Virgínia Rosa, para o Sustagem Kids, e a trilha do vídeo institucional de 65 anos da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) são alguns deles.
De lá para cá, Leandro não pára de criar, produzir e girar pelo mundo. Recentemente fincou o violão em Madri, onde trabalhou por alguns meses, se apresentando em pequenos cafés e shows ao ar livre, além de colaborar com artistas locais. De volta ao Brasil, agora lança esse segundo trabalho autoral. Mais um marco para sua carreira. Mais um gol para o mercado da música brasileira.
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